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Horizontina,20/05/2026

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A empresários do setor de construção, Lula defende fim da escala 6x1

agenciabrasil.ebc.com.br
A empresários do setor de construção, Lula defende fim da escala 6x1

Enquanto a proposta que acaba com a escala 6x1 tramita no Congresso, o presidente Lula defendeu, diante de empresários do setor da construção, que a mudança é necessária.




“Não fique assustado. [O fim da] escala 6x1 é uma coisa que é necessária porque hoje o povo quer mais tempo para ficar em casa, quer mais tempo para lazer, quer mais tempo para estudar, quer mais tempo para namorar e nós sabemos que a jornada de trabalho vai ser aplicada levando em conta a especificidade de cada categoria. Ninguém vai impor na marra. É preciso a gente respeitar a realidade de cada setor econômico pra gente trazer mais benefícios para a sociedade brasileira.”




A declaração foi nesta terça-feira (19) na abertura do ENIC, Encontro Nacional da Indústria da Construção, em São Paulo, capital. O presidente agradeceu aos empresários do setor pela entrega de uma carta com demandas e sugestões à Presidência e disse que vai levar uma resposta ao grupo.




Ao invés de falar bobagem nos meios de comunicação, o empresário sério faz como vocês fizeram agora: prepara uma pauta de reivindicação, com começo, meio e fim, de todos os assuntos que causam problemas para vocês ou que vocês querem melhorar, inclusive com sugestões para o governo melhorar. A Miriam Belchior vai reunir todos os ministros que tratam desse assunto, nós vamos responder à pauta de vocês, chamando vocês lá em Brasília.”




Ao destacar a importância do setor da construção para o crescimento do país e de programas essenciais do governo, Lula lembrou o Reforma Casa Brasil, que financia reformas em casas de famílias com renda de até R$ 13 mil. Mas, durante o evento disse ao presidente da Caixa, Carlos Vieira, que quer melhorar o andamento do programa:




Que a semana que vem eu o chamarei no meu gabinete, para ele me explicar por que que esse programa não está rodando com a pressa e com a quantidade que eu acho que tem que rodar. Nós colocamos R$ 30 bilhões. Posso dizer sem conhecer a fundo, mas é a burocracia que está emperrando o financiamento, porque não é possível a quantidade de cara que quer fazer um puxadinho, quer fazer uma garagem, quer fazer um quarto, quer aumentar um banheiro, e não consegue pegar esse dinheiro. Você precisa colocar o dedo na ferida e me apresentar, semana que vem, para a gente ‘desembuchar’ esse dinheiro.”




O programa foi lançado em outubro do ano passado e, de acordo com o presidente, teve 65 mil contratos de financiamento firmados entre novembro de 2025 e março deste ano. O financiamento de reformas pela modalidade pode chegar a R$ 50 mil.


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