Bombeiros do RJ alertam motociclistas sobre uso dos itens de segurança


Os números de acidentes envolvendo motos evidenciam a dimensão do problema, diz ainda a corporação, responsável pelo socorro diário de vítimas de acidentes de trânsito. Entre 1º de janeiro e 26 de julho de 2026, os bombeiros foram acionados para 21.657 colisões envolvendo motocicletas no estado.
Notícias relacionadas:
- Sequelas permanentes afetam 1/3 dos motociclistas vítimas do trânsito.
- Emergências com motociclistas adiam cirurgias complexas no SUS.
Capacete
Entre as principais orientações da corporação está a utilização do capacete fechado e devidamente afivelado. “Embora o modelo aberto seja frequentemente escolhido por oferecer maior ventilação e menor custo, estudos apontam que cerca de 45% dos impactos em acidentes com motocicletas atingem a região do rosto e do queixo”, alertou.
“O capacete fechado tem uma estrutura frontal capaz de absorver parte da energia da colisão, reduzindo o risco de lesões graves na face”, acrescentou a corporação.
De acordo com o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros, faz um alerta. Segundo ele, o capacete aberto pode até ser mais arejado, mas deixa o seu rosto mais exposto ao asfalto.
“O capacete fechado não é apenas estético, é engenharia de proteção. A proteção do queixo absorve o impacto e garante que você volte para casa com mais segurança”, explicou Contreiras.
Os bombeiros militares do Rio orientam ainda que os motociclistas usem apenas capacetes certificados pelo Inmetro, “mantenham a jugular corretamente ajustada e adotem uma condução defensiva, respeitando os limites de velocidade, a sinalização e as condições da via. A prevenção continua sendo a ferramenta mais eficiente para evitar acidentes e preservar vidas”.
Ainda de acordo com os dados da corporação, os motociclistas estão entre as principais vítimas das ocorrências atendidas diariamente pelos bombeiros. “As motos representam aproximadamente 74,4% do total dos acidentes de trânsito no Rio de Janeiro”.
Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil





COMENTÁRIOS