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Horizontina,27/02/2026

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Em 2025, quase oito mil pessoas morreram em rotas migratórias

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Em 2025, quase oito mil pessoas morreram em rotas migratórias

Quase oito mil pessoas morreram ou desapareceram em rotas migratórias perigosas, em todo o mundo, em 2025. O número é da Organização Internacional para Migrações (OIM). Foram 7.667 imigrantes mortos, no ano passado, enquanto tentavam travessias irregulares e perigosas, principalmente, no Mediterrâneo e no Chifre da África. O número é quase 17% menor que em 2024. Segundo a agência da ONU, uma das explicações para essa redução são os cortes no financiamento, que impactaram o rastreamento das vítimas. A OIM alerta que as mortes não são inevitáveis. Para a organização, como as rotas seguras se tornaram inacessíveis, as pessoas são forçadas a fazer jornadas perigosas e caem nas mãos de contrabandistas.



México



O México aprovou um projeto de lei que reduz, gradualmente, a jornada de trabalho de 48 para 40 horas semanais, até 2030. Com mais de 2.226 horas de trabalho por pessoa ao ano, o país tem o pior equilíbrio entre vida profissional e pessoal de todos as nações da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – a OCDE. Com previsão de ser implementada no ano que vem, a reforma também aumenta o limite semanal de horas extras e mantém a escala 6 por 1.



Cuba



Os governos dos Estados Unidos e de Cuba investigam o caso da lancha registrada na Flórida que foi alvo de disparos em Cuba. A embarcação foi considerada suspeita ao entrar em águas cubanas, nesta quarta-feira (25). Segundo as autoridades de Havana, ao ser abordada por uma patrulha de fronteira, a tripulação do barco abriu fogo contra as forças de Cuba. O confronto deixou quatro mortos e seis feridos. O governo cubano disse que a lancha tentava se infiltrar na ilha com fins terroristas. O episódio acontece em meio às crescentes tensões entre Havana e Washington, com o bloqueio de quase todo o fornecimento de petróleo à ilha.



Suíça



O presidente e CEO do Fórum Econômico Mundial, Borge Brende, anunciou hoje (26) que deixará o cargo. Brende estava à frente do fórum de Davos há quase nove anos e tomou a decisão após revelações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre encontros e trocas de mensagens entre ele e o criminoso sexual Jeffrey Epstein. Em um comunicado, Borge Brende disse que acredita que agora é o momento certo para o fórum continuar seu importante trabalho sem distrações.



*Com informações da agência Reuters


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